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AbbVie e Universidade Harvard formam aliança para pesquisa em doenças virais emergentes

A AbbVie e a Universidade Harvard anunciam parceria de US$ 30 milhões para formar uma aliança multidisciplinar na Escola de Medicina de Harvard (HMS - Harvard Medical School) para o estudo e desenvolvimento de novas terapias contra infecções virais emergentes, principalmente aquelas causadas por coronavírus e por vírus que causam febre hemorrágica.

Esta colaboração visa integrar rapidamente a biologia básica no desenvolvimento pré-clínico e clínico de novas terapias para as doenças virais a partir de uma grande variedade de modalidades terapêuticas. A HMS liderou vários esforços de pesquisa desde o início da pandemia pela COVID-19.

"Um elemento-chave para ter uma organização de Pesquisa & Desenvolvimento forte é a colaboração com instituições acadêmicas de ponta, como a HMS, para desenvolver terapias para os pacientes que mais precisam delas", afirmou Michael Severino, Vice-Presidente da área Médica da AbbVie.  

"Há muito que aprender sobre doenças virais e a melhor maneira de tratá-las. Aproveitando o poder da pesquisa conjunta, podemos desenvolver novas terapias precocemente, para garantir que o mundo esteja melhor preparado para possíveis surtos futuros". 

"O cataclismo que representou a pandemia COVID-19 nos lembra como é vital estar preparado para a próxima crise de saúde pública e como a colaboração é crítica em todos os níveis", disse o médico e Ph.D. George Q. Daley, reitor da HMS. "A Harvard Medical School, como o núcleo de um ecossistema de descoberta fundamental e tradução terapêutica, está posicionada, de forma única, para impulsionar esta pesquisa transformadora ao lado de aliados como  a AbbVie." 

A AbbVie fornecerá US$ 30 milhões ao longo de três anos, aproveitando os cientistas, a sua experiência e instalações para promover pesquisas colaborativas e esforços de desenvolvimento em estágio inicial em cinco áreas:

Imunologia e imunopatologia - estudo dos processos básicos que afetam as respostas imunológicas críticas do corpo aos vírus e a identificação de oportunidades para intervenção terapêutica.

Terapias antivirais - desenvolvimento de abordagens que modulam as proteínas do hospedeiro em um esforço para interromper o ciclo de vida de patógenos virais emergentes.

Anticorpos Terapêuticos - desenvolvimento rápido de anticorpos terapêuticos ou biológicos contra patógenos emergentes, incluindo SARS-CoV-2, para um estágio pré-clínico ou clínico inicial.

Moléculas pequenas - descoberta e desenvolvimento em estágio inicial de drogas de moléculas pequenas que atuariam para prevenir a replicação de coronavírus conhecidos e patógenos emergentes.

Desenvolvimento translacional - validação pré-clínica, teste farmacológico e otimização de abordagens líderes, em colaboração com hospitais afiliados à Harvard, com resultados de programa a serem determinados.

 

Fonte: Portal Terra














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